Subjetividade na poesia de Ronald Augusto

Subjetividade na poesia de Ronald Augusto

?Texto sobre a relação entre o artigo de Fernando Luis González Rey e a subjetividade expressa na poesia de Ronald Augusto
O artigo de González Rey aponta para a formação das subjetividades nosindivíduos, superando a dicotomia anteriormente preponderante na antiga ciência da psicologia entre os seres humanos e a sociedade. O autor deixa claro que a formação das subjetividades individuais sãoproduto de interações de experiências coletivas. A produção da mesma ocorre diante da junção do ser no ambiente social, em que a individualidade se expressa de forma natural, tornando esse processoúnico para cada um.
O percurso inicial de Rey no texto passa, de certa forma, por uma narrativa linear que trata acerca do processo histórica da Psicologia, com atenção às subjetividades. O foco então édado aos trabalhos desenvolvidos pela escola soviética, em que os primeiros indícios pautavam o tema sob a perspectiva de que a subjetividade do homem era produto de interações biológicas.Entretanto, outros autores divergiam ao acreditar que tal fenômeno era originado a partir de influências externas. O meio em que cada indivíduo habitava.
O tema, de forma resumida, foi abordado por diversosautores relevantes. Tais como, Vygotsky, Rubinstein e Leontiev. Vale destacar que Leontiev concebeu o exterior como influência objetiva na formação do indivíduo. O construcionismo social, emergido deforma mais significativa após o período que marcou a morte de Stálin, trouxe consigo a aceitação simbólico na formação do indivíduo, indo de encontro ao behaviorismo – interação do indivíduo com o mundoconcentro exterior, partes disseminadas.
Diante disso, González Rey deixa claro para os leitores seu posicionamento. A concepção do autor permite ir além da definição vaga de sociedade. E ainda, épossível compreender que o social não se sobrepõe ao individual, como anteriormente concebido. Na verdade está processo ocorre de forma conjunta, conforme abordado no parágrafo inicial.
Ao pensar…