RESUMO DE SUBJETIVIDADE

RESUMO DE SUBJETIVIDADE

?A LEI: dentro de nós, quando a criança introjeta a lei, e ai passa a entender que não posso tudo, e torna-se sujeito do direito.
CONSTRUÇÃO DO SUJEITO: não existo por si só, para existir preciso de uma história anterior de dois seres, a partir do nascimento que se constrói. Somos fruto da nossa construção enquanto sujeito. O sujeito é o encontro da psicanálise com o direito, ais se dá aconstrução. Tornamo-nos sujeito em torno da nossa neurose.
DIREITO: que inscreve o sujeito na ordem da filiação (sujeito do direito).
NOME: institui o sujeito no conjunto social. O sujeito humano não se autofunda, seu nome vem de outro – o pai, que por sua vez o recebeu de outrem. O nome categoria histórica e normativa. Acompanha dupla alienação. Produz diferenciação, e permite a transmissão da vida. É ainterdição do incesto, é para a criança a 1ª lei do não posso tudo. O nome dá status social e nos traz regras de lógicas de continuidade e diferenciação.
FILIAÇÃO: vêm dos antepassados, leis genealógicas, reproduz simbologias e culturas familiares. O direito inscreve o ser humano na ordem da filiação.
PAI: figura separadora (no Ocidente) representa um papel, uma função, representa as leis dacidade, de seu ofício (chefe de família), fundamenta ai a proibição do incesto, transmitindo seu nome. E na origem da possibilidade cada constituição subjetiva do sujeito humano, é a figura separadora, permitindo homem sujeito do direito constituir-se sujeito do desejo. A função paterna é a função da lei.
NEUROSE: não posso tudo. Transmissão do nome e do ofício da função. (tabu) –> 1ª lei/passagem do incesto/ eu não posso tudo; direito a todas as mulheres menos a mãe. A constituição do sujeito do desejo se dá aqui, não posso tudo. Sintomas da neurose (histerismo, obsessão).
PPSICOSE: falha nesse ofício, na função paterna. O sujeito acha que pode tudo, ouve vozes, tem delírios, realidade que ele constrói para dar conta de viver. Efeitos do fracasso de transmissão do nome e do ofício dafunção paterna.
SUJEITO DO DIREITO E SUJEITO DO DESEJO: somos os dois ao mesmo tempo, não dá para separar, é construído com a história de cada um.
SUJEITO DO DIREITO: existem as leis fora de nós, e as leis dentro de nós, e só quando a criança introjeta a lei que não posso tudo que se torna sujeito do direito. Legendre fala do sujeito do direito, em que o direito inscreve o sujeito na ordem dafiliação. O sujeito do direito é um sujeito barrado.
SUJEITO DO DESEJO: sujeito do inconsciente é sinônimo. O desejo é o que está por trás, não o que está pela frente. Aparece quando menos esperamos. O inconsciente mostra o que você não queria e passou a querer, é algo não explicito, nem você tem essa consciência. Quando a criança introjeta a 1ª lei, não posso tudo, a do incesto, ela se torna sujeitodo desejo. Correlato ao inconsciente para captar qualquer caminho, menos o da racionalidade, por que nos escapa essa ordem racional. O inconsciente se manifesta de várias formas.
O INTERDITO DO INCESTO: saída do hipotético estado de natureza caótica (passagem da natureza para a cultura).
O PAI PARA O FILHO: é alguém que representa a autoridade. A criança nasce e precisa ser humanizada. A funçãodos pais passa os limites. O 1º é ser passado o Édipo, o sujeito não se autofunda. Para existir, antes de ele nascer já é feito de um querer, de um desejo dos pais, ou de um dos dois. Precisa estar no mundo para tornar-se sujeito do direito.
RELAÇÃO USUÁRIO X ASSISTENTE SOCIAL: tem que se ficar atento ao que cada um dá conta de desejar e respeitar isso.
CASTRAÇÃO: é quando você admite que nãopode tudo – torna neurótico. Caso não admita isso, torna-se psicótico.
TABU E NEUROSE: tanto o tabu como a neurose recai uma proibição. Enquanto esta ultima permanece consciente, a representação pulsional que foi submetida ao recalque (exclusão do campo da consciência, de curtas ideias, sentimento de desejo) permanece inconsciente, e busca um modo substituto de satisfação mediante deslocamento….